16 de janeiro de 2018

home sweet home

Já fazia um tempo que eu queria vir aqui pra postar algumas fotos do nosso apê. São só algumas fotos aleatórias, mas já dá pra dar uma ideia de como estão as coisas por aqui, hehe.





Enquanto a minha estante pros livros não vem (ou enquanto eu ainda não me mexo e vou atrás de comprar uma) tenho livros espalhados em absolutamente todos os cômodos, inclusive vários que ainda estão na casa dos meus pais por motivos de: não sei mais onde por.
Essa placa decorativa comprei na Decohouse faz um tempinho já, e eu amo tudo de lá (alô me patrocina nunca pedi nada) mas ainda não achei um lugar definitivo pra ela.




Tá acontecendo aos poucos, mas finalmente tô virando a louca das plantas. Ainda tenho poucas, parece que ainda me falta aquele toque de saber como combinar, onde pôr e óbvio, como cuidar (já matei várias, inclusive cactus. SERIOUSLY quem consegue matar cactus? euzinha). Não gosto muito de flores, mas plantinhas tudo verde? QUERO E AMO.
Esse quadro para as rolhas comprei ano passado num camelô lá no Santuário de Aparecida por míseros 25 temers. Sempre foi um sonho de consumo e em tudo que é lugar sempre achava muito caro (infelizmente meu bom gosto não combina com minha conta bancária mas vida que segue) e cheguei com ele em casa e também não consegui achar um local definitivo pra ele. HUAIHISADH Parece que em cada lugar que ele fica, ele incomoda. Mas continua lindo e no momento tá num cantinho da cozinha.





Quem me acompanha no intagram (me segue lá, sou querida @suuh_e) viu que eu tirei o último sábado pra destralhar e organizar o closet e tô felizona (pelo menos até a bagunça tomar conta novamente). O closet sempre foi um sonho e quando a gente finalmente consegue, o sonho passa a ser manter ele arrumado todos os dias HAHAHA.
Esse tapete branco-preto-zigzag FUI EUZINHA QUE FIZ. Fiz com um barbante meio vagabundo então ele solta alguns fiapos (alguns MUITOS) mas o que são fiapos quando se tem esse hino de tapete né mores??


Pra terminar, só uma fotinho pra mostrar prôceis que, depois da muvuca que foi as últimas semanas do ano em que pintamos todo o apartamento, agora eu tenho uma parede chumbo. MEU DEUS EU ME SINTO NO PINTEREST. Agora cada vez que olho pra essa parede parece que ela tá implorando pra mim "por favor me encha de quadros e cacarecos e macramês e tudo que eu tiver direito, APENAS ME ENCHA". Desculpem se me exaltei.

Agora uma perguntinha pra vocês: vocês gostam desse tipo de post nonsense com o andamento das coisas por aqui?? Me contemm! :)


13 de janeiro de 2018

música: foals

Foals é uma banda nascida em Oxfordshire, Inglaterra. Assinam com a Trangressive Records na Europa e com a Sub Pop nos EUA. O estilo musical pode ser direcionado a vários gêneros como indie rock, dance-punk, math rockpost-punk e techno


Andrew Mears formou o Foals em 2005, originalmente como guitarrista e principal vocalista. Ele participou do single de debut da banda, Try this on Your Piano/Look at my Furrows of Worry, mas logo largou a banda. No momento ela é formada por Yannis Philippakis (vocal e guitarra), Jack Bevan (bateria), Jimmy Smith (guitarra), Edwin Congreav (teclado e vocal de apoio).
As influências musicais do grupo são variadas, com membros citando minimal techno, Arthur Russel, a banda de math rock irlandesa The Redneck Manifesto, bandas de kraut rock como Harmonia e Talking HeadsThe Jester People, como principais fontes de inspiração. Seu estilo musical também pode ser diretamente relacionado à diversos gêneros, como indie rock, dance-punk, post-punk e techno.
A banda lançou os singles de edição limitada Hummer e Mathletics, ambos produzidos por Gareth Parton. Hummer participou também da trilha-sonora do seriado Skins.


No verão de 2007, o Foals começou a trabalhar no seu primeiro álbum em New York, sendo produzido por Dave Sitek, do Tv on the Radio. Mesmo assim, a banda decidiu mixar as faixas por conta própria. O grupo lançou seu álbum de debut, chamado Antidotes, em 2008. O álbum teve um grande sucesso comercial, chegando ao terceiro lugar em número de vendas no Reino Unido, porém, alcançou menos sucesso em países como Japão, França e Holanda.
Em agosto de 2009, o grupo começou a gravar seu segundo álbum no Svenska Grammofon Studion, em Gothenburg, Suécia. Entitulado Total Life Forever, o disco seguinte da banda foi descrito pelos membros como "progressivo tropical" e "algo como um sonho de uma águia morrendo". A banda descreveu o álbum como sendo "muito menos funk" do que o originalmente planejado.
O terceiro álbum de estúdio da banda britânica, Holy Fire, foi lançado no dia 11 de fevereiro de 2013 nos Estados Unidos e no Reino Unido pela Transgressive Records. O primeiro single Inhaler foi ao ar pela primeira vez no dia 5 de novembro de 2012 no programa de rádio Zane Lowe's BBC Radio 1 e seu vídeo foi lançado no mesmo dia.
O quarto àlbum, What Went Down foi lançado em 28 de agosto de 2015 e foi bem aceito e aclamado pela crítica, com os singles What Went Down, Mountain at my Gates e Give it All.

Para conhecer:

9 de janeiro de 2018

grau 26: a origem - anthony e. zuiker


Sinopse: O primeiro volume da série, Grau 26: A origem, apresenta Steve Dark, um agente aposentado do FBI que volta ao trabalho para deter um assassino em série como o mundo nunca viu. Os agentes da lei sabem que assassinos são categorizados em uma escala de 25 graus de perversidade, desde os mais simples oportunistas do Grau 1, aos torturadores metódicos do Grau 25. O que quase ninguém sabe é que uma nova categoria está prestes ser criada.

Comandado pelo talentoso detetive Dark, um grupo de investigadores de elite segue o rastro de um assassino tão terrível — responsável por matar, violentar, mutilar, envenenar e torturar brutalmente 35 pessoas em seis países durante 23 anos — que não se encaixa em nenhum dos 25 graus de psicopatia conhecidos, obrigando a lei a criar uma nova classificação de crueldade para encaixá-lo. Seu nome é Sqweegel. Seus alvos: Qualquer um. Seus métodos: Ilimitados. Sua classificação: Grau 26. (via Skoob)


Grau 26 conta a história do primeiro serial killer categorizado com o grau 26 de perversidade: Sqweegel. No seu encalço está o detetive Dark, o único homem a chegar próximo o suficiente pra conseguir capturá-lo. Dark largou as investigações quando Sqweegel brutalmente assassinou sua família, desapareceu e começou uma nova vida com sua esposa Sibby. Mas, é obrigado a retornar no momento em que percebe que Sqweegel finalmente o achou e o pior, está atrás da sua esposa.

Do criador da incrível série CSI, Anthony E. Zuiker fez de Grau 26 o primeiro suspense interativo já escrito. Em alguns capítulos, é dado ao leitor alguns códigos de acesso e, ao acessar o site oficial (http://level26.com/) pode ver alguns trechos da trama gravados, inclusive com artistas conhecidos e renomados.


Conheci esse livro graças ao episódio de CSI, Sqweegel (temporada 11, episódio 4), que foi feito justamente pra apresentar ao público o assassino, e fazer a publicidade do livro. Confesso que no começo fiquei um tantinho decepcionada com o livro, já que imaginei que ia contar a história do serial killer desde as suas primeiras vítimas (assim como mostrado no episódio de CSI), o que não ocorre. O livro já começa com a "carreira" de serial killer do Sqweegel totalmente formada.

Passado o desapontamento inicial, a leitura fluiu rapidamente. O assassino Sqweegel é insano. Ele é incrível na sua perversidade e no seu detalhismo a cada vez que vai cometer um crime. É, de longe, o melhor personagem desse livro.
O livro é muito bem escrito e a história te prende até o final. Os capítulos são, na sua maioria, curtinhos, e intensos o bastante pra você ficar naquela de "só mais um capítulo, só mais um capítulo" e não conseguir largar até que chegue ao fim. E ainda deixa um gancho excelente pro segundo livro da trilogia, A Profecia Dark, mas isso já é um assunto pra um outro post.

Pra quem gosta de um bom livro de suspense policial e uma ótima história de serial killer, Grau 26 cumpre o que promete.

Título original: Level 26
Autor: Anthony E. Zuiker
Editora: Record
Ano: 2009


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