31 de agosto de 2013

texto: “o blog dela é péssimo” – que bom


“Quando eu comecei a fazer blog não era tão comum ter blog (o primeiro, antes desse aqui), mas quem tinha usava para expor suas ideias e poder falar o que pensava, sem ter que usar o veículo em que trabalhava. Eu trabalhava no Chic, um dos melhores sites de moda do Brasil, e ainda assim era afim de ter um espaço pra escrever mais, postar umas fotos, falar umas besteiras.
Naquela epoca ninguem ligava pra blog, assessorias nem percebiam que eles existiam e blogueira nao era credenciada no spfw, muito menos convidada pra lançamento pra ganhar uma sacolinha jabá.
Muita coisa mudou desde então e foi mto bom para todos, hj em dia blogueira eh profissão, entra no spfw, senta na primeira fila, recebe jabá em primeira mão, esta em todos os lugares e ganha muito dinheiro, mais do que os jornalistas de moda alias. Acho bem importante, principalmente porque a maioria batalhou muito por isso e ouviu muito não de assessora. A coisa era total feia antes do boom.
Ja tive altos e baixos com essa questão virtual, pq no meio de tudo, minha ex-diretora linda, Fernanda Guimarães, viu meus videos no youtube, que eu fazia de brincadeira pro AQSR e me chamou pra trabalhar na mtv, fazendo um quadro no Scrap que acabou sendo um teste pro It MTV. Então tive a sorte de poder fazer pautas e nao posts, todas as minhas ideias viravam matérias minhas e outras matérias do It, atingindo mais pessoas do que o blog atingia, pq a Tv eh uma forma mto legal de trabalhar.
Trabalhar em um veiculo assim me desanimou de ter blog, porque nao acreditava no futuro da profissao blogueira que crescia cada vez mais e porque no meio de tudo, as gringas lindas bombaram com seus blogs de looks do dia e ao inves disso ser usado para o bem, banalizou.
O bom de ter blog sempre foi se expressar e pessoas de determinado perfil se identificarem com vc, mas desde que a profissao blogueira virou um cabideiro para muitas pessoas, simplesmente uma forma de se pendurar toda de jabá todos os dias, não acreditei mais que ia rolar. Principalmente porque fica dificil ter credibilidade fazendo tanto jabá o tempo todo, aprendi isso trabalhando com modas, porque eu mesma, no começo, achava jabá o maximo. Aí entendi que tudo tem limite.
E não sou contra publipost, muito menos ganhar o seu dinheiro, mas acho que a partir do momento em que você só usa o seu espaço e suas visitas pra falar de você, é porque você não deve ter mto assunto. Mas não ter assunto é comum.
Como eu sempre dividi meu assunto entre o trabalho e meus amigos, parei de escrever, postar, considerar o tal do post do look, afinal, não eh relevante a calça jeans que eu estou usando hoje, grande coisa se vc se vestiu assim… Pq as pessoas precisam tanto se expor?
De repente o normal é contar pra todo mundo tudo sobre sua vida. Onde você está, com quem, com que esmalte, com que sapato, com que bom drink na mão. Será que não passou dos limites? Será que não tá na hora de guardar um pouco do que acontece com voce e deixar de dividir tudo assim? Não quero saber daqui a pouco o absorvente que você usa, falou?
Sempre achei engraçado reparar como as pessoas se vestiam todas iguais na Oscar Freire e ficar grata em não ser mais uma loira malibu de calça branca, mas parece que de repente o legal é ser igual a todo mundo, usar a mesma roupa, a mesma maquiagem, ir aos mesmos lugares e ainda dizer pra gente que devemos ser tambem. É como se o conceito de it girls tivesse destruido tudo o que nós aprendemos na adolescencia, depois de sofrer muito: que ser diferente e único é maravilhoso e que cada um é cada um (ou era, antes de todo mundo ser a olivia palermo fake).
Como leitora de toda a “blogosfera”, que foi o que eu virei faz tempo, fico cada vez mais chateada em perceber que quase nada é real e quase tudo é propaganda. Onde estão as ideias das pessoas? Aquela parte legal de pegar uma camera e fazer um post que vai realmente acrescentar algo na vida das pessoas. Que seja informação, que seja diversão, que seja uma foto bonita, um backstage que só você foi e algo que só você viu.
Será que só porque você tem muito dinheiro você é formadora de opinião? E será que a forma como você se veste e os lugares que vai são tão importantes a ponto de fazer de você uma porta voz do que é bom e legal o tempo todo?
De repente, recebo emails e twits de pessoas enfurecidas dizendo: “O seu blog é pessimo”. Fico pensativa, será que eu devo me enquadrar pra agradar?
Mas sinceramente, não faço a minima questão de ser blogueira se isso significa ser it girl e não quero mais que ninguém saiba que blush eu uso ou onde finjo que compro minhas roupas.
E é claro que sempre existirão pessoas que sabem passar pela onda bem e são inteligentes, com um olhar super especial sobre a moda e que vão aproveitar essa fase boa e “sobreviver” no mundo virtual, mas quando me perguntam porque eu não posto mais, só penso nessas razões que acabei de citar.
E o que mais me desanima é saber que escrever um texto sobre como eu me sinto em relação a maioria dos blogs, (sem dizer se isso é certo ou errado, apenas minha opinião), vai fazer pessoas menos espertinhas me encherem o saco dizendo que é tudo inveja porque não tenho patrocinador no meu look do dia.
Mas assim, como eu disse lá em cima, já fiz tudo isso, publipost, banner, jabá e já passei por todas as fases. Simplesmente cheguei num ponto onde acredito que o futuro é poder se expressar livremente e só falar do que quer.
Fico muito feliz em escrever um texto desse tamanho e tão franco e não ter que me preocupar com um banner que vai implicar com ele porque me pagou um dinheirinho. Alias, é libertador recusar banners e publiposts e ter um lugar só para mim, onde não preciso dar satisfação a ninguem.
O AQSR já passou por muitas coisas, no fundo é um ótimo arquivo de momentos da moda que eu vivi nos ultimos 2 anos. E fico feliz em ter voltado ao inicio, não depender mais da boa vontade de nenhuma assessoria pra me mandar sugestão, não postar nenhum jabá e não ser convidada para nenhum lançamento.

Vamos conversar mais sobre o que a gente pensa e menos sobre o que a gente veste, tá?”

Texto retirado do tumblr da Jana Rosa, e é um tapa na cara de muita, mas muita gente. E praticamente tudo que eu gostaria de escrever e não achava palavras pra isso. O texto é velho, mas, vale até hoje.

28 de agosto de 2013

minha experiência com o caderno de organização

favor ignorar o pingo de água caído no papel e os bifes que eu comi no dedo, haha

Depois de pelo menos seis meses usando o caderninho de organização(fiz o post mostrando ele pela primeira vez em março, clique aqui para ler), achei que tava na hora de fazer um update sobre ele, o que funcionou e não funcionou pra mim e o que eu mudaria.


A Caixa de Entrada foi uma das categorias que funcionou super bem pra mim! Eu era muito desorganizada em matéria de anotar seja lá o que for: consulta, coisas pra fazer, pra entregar, lugares que precisava ir. Sério gente, eu era uma bagunça. Anotava tudo em post-its ou bilhetes e espalhava eles por aí, e, consequentemente, quase sempre perdia. Então posso afirmar com toda a certeza que foi essa categoria que mais salvou minha vida!


Quando eu usava uma agenda normal pra anotar minhas Finanças, tinha sempre uma folha no começo de cada mês, e era meio ruim de fazer um comparativo com os outros meses, sabem? Assim, com tudo em um lugar só, ficou muito melhor pra me achar. A única coisa que mudaria no modo que eu fiz, foi que deixei uma quantidade boa de folhas pra essa categoria, quando pra mim, uma folha de cada mês é mais que suficiente. 


Essa categoria, a Wishlist também foi ótima pra mim, já que dividi em necessidades: o que realmente preciso, e o que eu quero, mas posso viver sem (ou seja, consumismos, haha). E me ajudou muito! Saía por shopping, por exemplo, e precisava comprar urgente um meia calça, esquecia, e comprava mil outras coisas supérfluas que não eram necessárias no momento, e o que eu precisava, nada. Depois dessa categoria, meus amigos, isso mudou.


A parte do Blog, outra categoria que SALVOU MINHA VIDA. Quem nunca teve um bloqueio criativo que atire a primeira pedra! Eu tenho vários, e essa parte me ajudou muito. Tinha dias que tinha mil ideias pros posts (e sabem, que se eu não anoto logo, é esquecimento na certa) e dias que minha cabeça tava vazia. Agora, anoto toda e qualquer ideia, por isso o blog não fica muitos dias sem atualização! <3

~ ♥ ~

Pra rotina que eu tenho nos dias de hoje, tiraria as categorias de: Trabalho (não me adianta muito, porque no meu emprego, recebo o que preciso fazer no dia em que preciso fazer, sabem? é uma categoria ~morta~ pra mim, haha) e Tarefas (já que anoto tudo que tenho que fazer na caixa de entrada, tenho só os rotinas anotadas nessa categoria, mas aí, não é bem tarefa, né?)

Até o final do ano, esse caderninho vai continuar comigo,  não vou fazer um novo agora. Mas com certeza entrarão pelo menos mais duas categorias: Estudo (esse ano estou estudando só inglês e ainda assim, às vezes me esqueço de algumas coisas que tenho que fazer, e essa categoria me faz falta. ano que vem pretendo começar a estudar espanhol, por conta, pela internet ou sei lá, mas não em curso, só pra ter pelo menos uma base, e aí vai me ajudar muito!) e Rotina (tenho anotado minhas rotinas na aba das tarefas, mas não acho apropriado, então acabo nem atualizando, e me perdendo).

No fim das contas, o caderno foi muito útil pra mim esse ano, eu recomendo mesmo pra quem é desorganizada, ou até esquecida. Pra fazer as categorias, eu me baseei muito no da Fran, já que nunca tinha feito e não tinha nem ideia, e hoje percebo que é só usando mesmo que vocês vão saber as categorias que mais se encaixam no dia-a-dia de vocês. Esse primeiro caderninho foi praticamente um teste, agora sei o que preciso, e que realmente isso funciona pra mim. E espero também que funcione pra todas vocês.

~ ♥ ~

Acho que nunca escrevi tanto num post, HAHAHAHA. Qualquer dúvida, comentem! Também quero saber a opinião de vocês sobre o que funcionou (ou não) e o que mudariam!




26 de agosto de 2013

frase do dia (e da vida)


apenas que acho que essa frase foi feita pra mim! <3
boa semana gente!

23 de agosto de 2013

série: hannibal


Sinopse: Um dos personagens mais fascinantes da literatura e do cinema chega à televisão pela primeira vez: o psiquiatra e assassino em série Dr. Hannibal Lecter. No novo drama de Bryan Fuller (Pushing Daisies), descobrimos o começo desta história incrível.
Will Graham é um talentoso fornecedor de perfis criminosos que está em busca de um serial killer, com a ajuda do FBI. A forma única de Graham pensar dá a ele a habilidade de ter empatia com qualquer um – até mesmo psicopatas. Ele parece saber o que os afeta. 
Entretanto, a mente do homem procurado é muito complicada, até mesmo para Graham, portanto, ele busca pela ajuda do Dr. Lecter – um dos maiores psiquiatras do país. Armado com o conhecimento do brilhante doutor, Will e Hannibal (conhecido como um serial killer apenas pela audiência) formam uma parceria brilhante, na qual nenhum vilão escapa. Mas Will não sabe de nada...

 
   Falar que amei essa primeira temporada de Hannibal, é muito pouco. A melhor série que estreou esse ano, sem sombra de dúvidas. (Já estou em abstinência, inclusive. Contando os dias pra segunda temporada! <3).
   Por incrível que pareça, a primeira temporada não é centrada em Hannibal, mas sim no Will, o professor contratado pelo FBI por seu incrível dom: a empatia com os assassinos. Ele consegue sentir exatamente como foi o crime, e o que o assassino queria com a morte.
   A fotografia da série é linda, e todos os assassinatos são quase obras de arte. Nenhum deles mata por matar, mas sim, por um propósito, seja culpa, perdão... Eu adoro esse tipo de série e vou confessar que as mortes são incríveis! Não recomendo pra quem tem estômago fraco, viu?
   Falando em estômago fraco é incrível a repulsa que a gente sente (que eu senti, pelo menos) com os pratos de Hannibal. O canibalismo (que fica subentendido) ataca todos da série, sem dó nem piedade.

   E o senhor Will Graham, aaah, esse é um caso à parte. Em quase todos os episódios a vontade maior é pegar ele no colo e dizer que tudo vai ficar bem. O dom que ele tem, ao mesmo tempo que é uma boa coisa (para o FBI), é terrível para o Will. O modo como ele sofre ao se sentir na pele dos assassinos, é muuuito triste. E é incrível o modo como Hannibal consegue manipular a mente do Will, pra que não apenas ele, mas todos suspeitem dele.

   Não vou contar mais nada, pra não surgir mais spoilers do que eu já soltei, HAHAHAHAHA, mas é a melhor série que eu vi esse ano (o que não justifica as baixas audiências... simplesmente não entendo essa gente! ;~). A segunda temporada já foi confirmada, e tem previsão de estreia na midseason de 2014. Eu estou ansiosíssima!


   Alguém aí assiste? :)



21 de agosto de 2013

cidade dos ossos (cassandra clare)

 Sinopse: Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.


   Não gosto muito de fazer resenhas de livros que ~todo mundo tá lendo~, mas eu precisava fazer desse em específico antes de ver o filme no cinema, né? Porque provavelmente vou querer fazer a crítica do filme também. Whatever. Com todo o burburinho e emoção que os leitores tinham em torno desse livro, confesso que esperava mais. Não que o livro seja ruim, pelo contrário, a história é muito boa, mas pra mim, não justifica todo o amor (pessoas me apedrejando nos comentários). Não sei como vai ser a minha opinião depois de ler os outros da série, mas por enquanto...


   Bom, sobre a história: a vida de Clary vira de cabeça pra baixo de uma hora pra outra! Como explicar o assassinato (e os assassinos) que só ela consegue ver? Porque sua mãe foi raptada? O que queriam com ela? Porque um demônio tentou matar Clary?
    Nessa virada total na vida de Clary, ela percebe que, na verdade, todos que conheciam não são o que ela imaginava. Nem o mundo que ela conhecia é do jeito que ela imaginava. E pra achar a resposta de todas essas perguntas, ela conta com a ajuda de Simon (melhor amigo lindo! #teamSimon) e com Jace, Isabelle e Alec, os caçadores de sombras.
   É extremamente difícil eu gostar da mocinha dos livros (sempre são: ou muito chatas, ou muito burras, ou muito inocentes...) mas comigo foi amor à primeira vista com a Clary. Eu simplesmente amei ela. E o Simon. E odiei a Isabelle. E (mais apedrejamentos nos comentários) não caí de amores pelo Jace, ele é muuito arrogante e convencido, e nem todo o charme que ele tem me conquistou, viu? Torço muito por Clary e Simon (#teamsimon) e confesso que, apesar de surpresa, amei os rumos que o livro tomou no final.


   Eu gostei muito da narrativa e de como foi contada a história. Diferente de váááárias resenhas que vi por aí, não achei o começo do livro chato, achei importante pro andar da história, pra gente ~se situar~ nesse mundo louco de nefilins, vampiros, demônios, lobisomens e afins.
   Uma coisa que me incomodou bastante foi os erros de impressão que em várias falas, não existia o travessão. Alou Galera Record, bora corrigir, né?
   Eu adorei  a história, tô ansiosíssima pelo filme e odiei o fato de não ter comprado os próximos e de não ter uma livraria decente que tenha aqui nesse fim de mundo :(


   Não sou muito boa em fazer resenhas, sempre acho que to contando mais do que devo, e na verdade não conto muito da história, hahaha. Mas enfim, eu recomendo muitíssimo a leitura de Cidade dos Ossos (antes do filme, viu gente?)
   Alguém aí já leu?? :)

19 de agosto de 2013

update


   Gente, eu estou viva, ok? hahahah Esse post é só pra explicar o motivo do meu sumiço: FÉÉRIAS! É minha gente, minhas queridas férias de inverno chegaram, e já estou no interiorzão de SP, quase divisa com Minas, na casa do meu mô (beijo mô, hahaha). Por isso que estou demorando séculos pra atualizar este humilde blog. E séculos pra responder os comentários. E pra visitar seus blogs. Sorry gentee! Peço a paciência dos meus queridos leitores que, assim que eu me ajeitar, esse blog volta a ativa :)

   Beijo pra quem tá de férias, há :D 

12 de agosto de 2013

why'd you when you call me when you're high?


p.s. 1: precisava fazer esse post tamanha minha emoção com o lançamento desse clipe (ou o lançamento de qualquer coisa dos macacos ♥)
p.s. 2: eu preciso desse cd novo, PRECISO.
p.s. 3: que mulher em sã consciência rejeita o Alex Turner desse jeito? vem cá que te dou uns tapas dona Stephanie!
p.s. 4: apesar de precisar e querer e já amar o novo cd, nada me tira da cabeça que é muita dor de cotovelo pela Alexa.
p.s. 5: alguém me explica como faço pra colocar os vídeos do youtube maiores? html da postagem não tá funcionando :~

10 de agosto de 2013

conheça: tiago iorc


Tiago Iorczeski (Brasília, 28 de novembro de 1985), é um cantor e compositor de música alternativa.

Apesar de ter nascido no Brasil, mudou-se para a Inglaterra com apenas dez meses de idade, vivendo lá por quatro anos. Ao retornar ao Brasil, estudou guitarra, piano e violão. Morou por vários anos em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, pouco mais de um ano e meio nos Estados Unidos e em Curitiba, Paraná. Atualmente vive no Rio de Janeiro.



Aos 16 anos, foi convidado para integrar sua primeira banda como vocalista. Em 2007 participou e ganhou o V Festival Universitário Interno de Música “Revele Seu Talento” da PUCPR na categoria voz e instrumento com a música Scared. Ganhou notoriedade nacional com a música Nothing But a Song que foi tema da novela adolescente brasileira Malhação. Desde então, Tiago Iorc começou a trabalhar para lançar seu primeiro álbum Let Yourself In que foi lançado em 2008 ano que também lançou seu segundo single Scared, que entrou na trilha internacional da novela Duas Caras. Tiago Iorc ainda conquistou mais 3 músicas de seu primeiro CD em novelas: Blame, My Girl e Fine, sendo a última em uma novela coreana. Seu segundo disco de estúdio Umbilical foi gravado no Rio de Janeiro e em Nova York, e contou com a produção do americano Andy Chase, que já trabalhou com a banda de rock alternativo The Smashing Pumpkins. Além do Brasil, o disco foi lançado na Coreia do Sul, Portugal, Estados Unidos e Japão. Seu primeiro single do segundo CD Story Of A Man e a sétima faixa do disco Gave Me A Name emplacaram em novelas globais.


Seguindo o sucesso do disco Umbilical e sua proveitosa turnê de divulgação pelo mundo, Tiago Iorc disponibilizou seu terceiro disco de inéditas, Zeski, através do selo SLAP, divisão da Som Livre.

Segundo Tiago, “‘Zeski’ simboliza reencontro, um retorno ao que sempre foi mas que ainda não havia se manifestado. Um auto retrato revisitado e atualizado.” O trabalho contém 12 composições, com 4 faixas em português e uma versão de “Tempo Perdido”, da Legião Urbana. Além de uma canção instrumental, os músicos SILVA, Daniel Lopes e Maria Gadú participam do álbum em faixas diferentes.


O sigle It's a Fluke, já virou sucesso e emplacou na novela das seis, Flor do Caribe.

Para se apaixonar:






Alguém aqui já conhecia essa perfeição em forma de música? ♥


8 de agosto de 2013

site lindo do dia




   Não sei a quanto tempo esse site existe, mas olha, deixou minha noite mais inspiradora! Pras sem criatividade como eu, que estragam os caderninhos com desenhos e/ou rabiscos feios, muitas inspirações, esse é o quoteskine. Ou poderia ser chamado de só amor! ♥









7 de agosto de 2013

7 on 7 (agosto)

      Vocês sabem que eu adoro o 7 on 7?? (Dãã, senão não estaria fazendo, hahaha) É uma das tags que eu mais gosto de fazer!! Nesse mês, temos uma nova participante da tag!!! Eeeeeeee!! É a Débora, do blog Sete Vidas Felinas, que é lindo, e ela é toda chique, mora em Dublin! (Alguém mais aí tá com inveja? Sério, Debs, que invejinhaa!). Depois das apresentações, vamos às fotos, com o tema livre. Eeeeee de novo!

stuuuuuuudy!

coisas de scrapbooks e cartas :)

meu vício atual

leitura da semana

bagunça vs organização

adorei essa foto, não sei porque.

   Hora de ir no blog da Dessa, e conferir as fotos dela! ♥
   Ah, me contem o que acharam das minhas! Beeijos

3 de agosto de 2013

inferno (dan brown)

Sinopse: Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento.
No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. 
Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.


  

   De novo, Dan Brown nos faz viajar nas paisagens lindas da Europa! Mais precisamente, Florença (que onde se passa quase todo o livro). E, é sério gente, eu precisei ler o livro grudada no celular ou computador, para poder olhar esses lugares ma-ra-vi-lho-sos que nosso querido amigo descreve. E vocês não vão se arrepender se fizerem o mesmo, viu?



   O livro já começa com o professor Langdon metido numa encrenca que nem ele mesmo sabe como entrou. Ele acorda desmemoriado, num hospital, com um curativo vindo de um tiro que o pegou somente de raspão. E nos dez primeiros minutos que ele fica acordado, já sofre uma nova tentativa de assassinato! É muita emoção pra um começo de livro só, hahaha.
   Apesar de ter somente uns flashes com uma mulher de cabelos prateados e um rio de sangue, e de ter somente um quadro alterado de O Mapa do Inferno, de Bottineli, aos poucos ele vai entendendo o porque de tudo que está acontecendo: ele PRECISA desvendar antes que uma praga em níveis globais, se espalhe.


   Embora eu tenha achado esse livro o mais ~fraco~ de Dan Brown (e olha que é super difícil falar isso, já que sou uma fã quase incondicional das suas obras), a história é muito boa, com as reviravoltas clássicas, amigo virando inimigo, e muita surpresa, principalmente o final. Juro que de todas as pragas que passaram na minha cabeça ao ler o livro, NUNCA imaginaria o que aconteceu. Uma praga que eu nem achei tão praga assim, pelo contexto do livro.


   Alguém aí já leu? :)

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