19 de outubro de 2017

série: mindhunter

Sinopse: Baseado no livro best-seller do NYT, que relata os anos que John Douglas passou perseguindo serial killers e estupradores, desenvolvendo seus perfis para prever seus próximos passos. A série discutirá alguns de seus casos mais publicizados, como o homem que caçava prostitutas no Alaska, o assassino de crianças de Atlanta e o matador de Green River. (via Adoro Cinema)

Mindhunter, que estreou no último dia 13, é uma das novidades da Netflix nessa fall season. Produzida por David Fincher, a série conta a jornada dos agentes Ford (Jonathan Groff , Glee), Bill Tench (Holt McCallany, Clube da Luta) e a dra Wendy (Anna Torv, Fringe) no ramo da psicologia criminal.

A série se passa em 1977, onde nem o termo serial killer existia e o FBI estava apenas começando a pensar em ciência comportamental. Os agentes atravessam o país entrevistando os mais perigosos assassinos, tentando entender sua maneira de pensar e agir pra ajudar a resolver casos em andamento.


O roteiro e a fotografia são excelentes, e é interessantíssimo acompanhar como tudo começou: os padrões, as classificações dos crimes e até o tão conhecido termo 'serial killer'. Os diálogos são incríveis, e as melhores partes da série com certeza são as entrevistas com os assassinos (menção honrosa ao ator maravilhoso e MUITO parecido com o real Ed Kemper) e como esses encontros afetam a vida dos dois agentes. 
A série tem temática policial, mas é muito mais que isso: é um mergulho nos pensamentos e sentimentos mais profundos e cruéis dos psicopatas.

Eu, como boa apaixonada por séries policiais, amei. Mindhunter já está disponível no catálogo da Netflix, e a primeira temporada tem somente dez episódios, sendo uma ótima dica pra quem quer começar uma série nova nesse fim de semana!


Já assistiram? Para mais dicas de séries, veja aqui todos os posts da tag! :)


15 de outubro de 2017

indicação de canal: isa ribeiro

Confesso que faz pouco tempo que comecei a me ligar mais em canais do youtube. Sempre fui muito mais blog, texto e foto, e nunca tive muita paciência pra ver vídeos.

Faz um tempo que acompanho o blog da Isa, o Na Nossa Vida, (inclusive já indiquei ele num post de links por aqui) e sempre achei maravilhoso o jeito como ela leva a vida. Cada post e foto é um calor no coração. E os vídeos não são diferentes. E graças a ela que entrei nesse mundo de canais do youtube.

Os vlogs são maravilhosos, cada vídeo que a gente vê, parece que estamos conversando com uma amiga de anos enquanto a gente toma um café quentinho. A Isa transmite uma paz e calma incríveis, que nos incentiva sempre a ser o melhor que podemos ser.

link do canal

Já conheciam? :)


7 de outubro de 2017

7 on 7 outubro

Mesmo não participando de nenhum grupo desse desafio fotográfico, faço all by myself pois sinto falta de mais fotos por aqui. Taí minhas favoritas do mês que passou.
Aliás, vocês já me seguem no instagram? VEM!








Nesse mês de setembro teve um pouquinho de tudo.Teve passeios, leituras, maratonas de netflix, alegrias, saudades de casa. Nossa, como eu tenho saudades de casa. Nunca passei tanto tempo longe e tô começando a sentir falta de coisas que até então eu nem tinha reparado.
Final desse mês tô voltando por RS e só falta eu pendurar um calendário na parede, pois sim, tô contando os dias!

Como foi o mês de vocês? Vejam os outros posts da categoria 7 on 7 ♥


1 de outubro de 2017

conheça: catfish and the bottlemen

Taí uma banda que eu conheci graças aos dias jogando FIFA com o boy (uma dentre muitas outras maravilhosas) e foi amor a primeira vista! ♥


Catfish and the Bottlemen é uma banda de rock galesa que se formou em Llandudno no País de Gales.
Van McCann nasceu em Cheshire na Inglaterra e passou um tempo viajando na Austrália com seus pais antes de se mudar para Llandudno no País de Gales. Em 2007, ele começou uma banda com o guitarrista Billy Bibby, o irmão mais velho de seu melhor amigo e baixista Benji Blakeway. A banda começou a tocar covers de músicas dos Beatles antes de compor suas próprias músicas na casa da família de McCann. Eles se promoveram apresentando-se em estacionamentos antes dos shows de outros artistas, como o Kasabian. A banda assinou contrato com a Communion Records em 2013 e lançaram seus três primeiros singles "Homesick", "Rango" e "Pacifier" naquele ano. Em 2014 a banda assinou contrato com a Island Records e em 17 de Março lançou seu próximo single "Kathleen" produzido por Jim Abbiss (Arctic Monkeys, Kasabian, Adele). Todos os singles foram premiados como "Hottest record in the world" pela Zane Lowe e foram playlist da Radio 1. "Kathleen" ficou no número 1 em MTV's hottest tracks em abril de 2014. No verão de 2014, Catfish and the Bottlemen se apresentaram em mais de 30 festivais, incluindo Reading & Leeds, Latitude, Kendal Calling, T in the Park, Ibiza Rocks, e Governors Ball. A banda deriva seu nome da primeira memória de infância musical de McCann: A de um artista de rua em Sydney na Austrália, tocando garrafas de cerveja amarrados a um fio que foi (e ainda continua) pelo nome de Catfish the Bottleman.




Em 19 de Junho de 2014, a banda anunciou o lançamento de seu álbum de estréia, ''The Balcony'', que foi lançado em 12 de setembro de 2014. Pouco tempo depois a banda também anunciou uma turnê pelo Reino Unido. O álbum alcançou o número 10 no UK Albums Chart em setembro de 2014. Eles ganharam o BBC Introducing Award nos primeiros BBC Music Awards, em dezembro de 2014. Também performaram"Kathleen".

''The Balcony'' foi lançado nos EUA em 6 de Janeiro de 2015. No dia seguinte, eles se apresentaram no Late Show with David Letterman. Em 9 de janeiro de 2015, ''The Balcony'' foi premiado com uma certificação de ouro da Indústria Fonográfica Britânica.


"The Ride", o segundo àlbum da banda, foi lançado em 27 de maio de 2016, pelo selo da Capitol Records.

Pra conhecer:



Para mais posts na categoria música, clique aqui. :)


27 de setembro de 2017

o dia em que eu corri 800m

Ou: aprendendo a celebrar as pequenas conquistas dessa vida.


Sempre fui uma pessoa que achava que corrida não fazia parte do meu vocabulário. Na verdade sempre fui bem preguiçosa em relação a exercícios e nunca durei numa academia pois acho musculação boring as hell. Aí sempre resolvia correr só pra deixar o sedentarismo e desistia duas semanas depois.
Sou uma pessoa muito ~quero tudo-agora-nessemomento~ e isso me atrapalhava DEMAIS. Eu começava caminhando, corria 100m e já morria. Em uma semana que não tinha muita mudança e progresso, já desistia porque COMO EM UMA SEMANA EU AINDA NÃO CORRO 1KM??? E desistia, né? Porque se era pra ficar frustrada eu preferia ficar frustrada comendo e vendo minhas séries.
Eu me sabotava, eu sei.

Esse ano que quis começar a me cuidar um pouco mais, até fui no nutricionista e tudo, comecei de novo. Sem desistir. Ainda intercalava pois corrida longa ainda não pertence a esse corpo, mas já conseguia correr 1km, 1,5km, intercalando em algumas centenas de metros de corrida e outras centenas de caminhada. Mas nunca numa pegada só.

Meu namorado corre muito mais que eu. Ele joga bola e tem folego e condicionamento físico, e se quiser ele corre alguns km tranquilo. E ele sempre ficava me incentivando encomodando que eu deveria correr mais longe e um pouco mais devagar pra pegar folego e não desistir e ir mais um pouco e todas essas coisas. Num sábado qualquer em que caminhávamos decidi tentar acompanhar a corrida dele, o quanto eu conseguisse. E eu corri 800m. OITOCENTOS. Nas minhas corridas/caminhadas diárias, o máximo que tinha conseguido era 300m, MEU DEUS EU FIQUEI FELIZONA. Parece pouco, mas pra quem morria com 100m a dois meses atrás, achei MUITO bom sim!!
Me surpreendi tanto comigo mesma e a sensação foi tão boa. TÃO MARAVILHOSA. Que agora não tenho mais vontade de parar. Não importa o quanto demore, uma hora eu chego lá ♥

Continuem. Não parem. Não desistam. A sensação é linda.



23 de setembro de 2017

série: downward dog


Sinopse: A atração é uma adaptação da webserie de mesmo nome, que tem um cachorro como personagem principal. A trama gira em torno de Nan (Allison Tolman, da série “Fargo”) e sua relação com seu cachorro Martin (voz de Hodges), narrada pelo ponto de vista do animal, que tem um comportamento destrutivo e controlador. A atenção que Nan dispensa a Martin sofre concorrência do musicista e bartender Jason (Lucas Neff, da série “Raising Hope”), ex-namorado da mulher, que tenta reconquistá-la. (via Banco de Séries)


Gente, vocês me dão licença nesse humilde blog pra eu exaltar a série mais amorzinho que eu assisti nos últimos tempos?

Downward Dog é uma série de comédia da ABC que durou apenas oito episódios (ABC sua bruxa, nunca vou te perdoar por isso NEVER nunca NUNQUINHA) que conta o dia-a-dia desse catiorineo coisa-mais-linda-desse-mundo Martin e sua dona Nan, mostrando a relação dos dois no meio do turbilhão de acontecimentos na vida dela: o trabalho com o chefe horrível, o ex-namorado infantil e as tentativas de vida social.

A série é narrada pelo ponto de vista do Martin (o que por si só já valeria a pena, convenhamos) e é tão incrível o modo como ele vê o mundo e a relação com a dona, sempre dando ótimas lições de moral e descobrindo como um é importante na vida do outro.


A série é leve e divertida, com episódios de 20 minutinhos cada, que acaba sem nem você perceber. É amor e mais amor em cada episódio.

Sabe quando você tem aquele dia de merda, em que tudo dá errado e você só pensa em chegar em casa e ver algo amorzinho pra esquecer de tudo? Essa é a série perfeita! ♥

Alguém aí já assistiu?


20 de setembro de 2017

links da semana

Compartilhando as coisas boas que achei nessa blogosfera nos últimos dias.


♥ Esse post sobre uma semana com paz de espírito, do blog Na Nossa Vida, da Isa Ribeiro. Eu amo AMO A-M-O o blog dessa mulher, parece que cada post que ela faz é um abraço com um café quentinho, sabe? ÊTA MULHER E BLOG MARAVILHOSOS.

♥ Esse texto do blog da Gabi (olha ela se achando íntima), o Onde as Estrelas são Selvagens sobre o quanto nos importamos com a opinião alheia. E não deveríamos. Eu amei esse texto dum jeito, foi um tapa na cara por sempre me preocupar com seguidores, números de curtidas e isso e aquilo e o que os outros vão pensar.

♥ Esse desabafo do blog da Camis, sobre desistir sim. E falar sobre.

Esse amor em forma de post do blog da Maki, o Desancorando. Também adoro todos os posts dela e adoro o jeito como ela passa tanto amor e carinho em cada post.

16 de setembro de 2017

não sou uma dessas - lena dunham


Sinopse: Lena Dunham , a premiada criadora, produtora e estrela da série Girls, da HBO, apresenta uma coleção de relatos pessoais hilários, sábios e dolorosamente sinceros que a revelam como um dos jovens talentos mais originais da atualidade. Em Não sou uma dessas, Lena conta a história de sua vida e faz um balanço das escolhas e experiências que a conduziram à vida adulta.

Comparada a Salinger e a Woody Allen pelo New York Times como a voz de sua geração, Lena é conhecida pela polêmica que desperta e por sua forma única e excêntrica de se expressar e encarar a vida. Engajada, a autora revela suas opiniões sobre sexo, amor, solidão, carreira, dietas malucas e a luta para se impor num ambiente dominado por homens com o dobro da sua idade. (via Skoob)



Mesmo não tendo assistido a um episódio sequer da série produzida pela Lena, a Girls, da HBO, comecei essa leitura com as expectativas lá em cima, afinal a autora é sempre descrita como um poço de sinceridade e intensidade, e a série, descrita como a nova Sex and the City

Demorei uma eternidade pra terminar essa leitura. A narrativa da Lena é confusa e desconexa. Como não tem uma ordem cronológica correta, achei que deixou a leitura cansativa. O livro é uma mistura de histórias de diversas fases da sua vida, desde a infância até a carreira como atriz/diretora divididas por alguns assuntos: amor, sexo, corpo, amizades, trabalho. Muitas listas aleatórias e que pouco acrescentam e várias páginas talvez desperdiçadas em uma descrição detalhada das dietas fracassadas.


A Lena é realmente bem intensa, totalmente desprovida de pudor e em alguns pontos nos deixando até desconfortáveis com tantos detalhes íntimos. É engraçada e excêntrica, as vezes parecendo até ser tão exagerado pra não deixar de ser cool. Apesar disso, admiro muito a relação que ela tem com o corpo (imperfeito para os padrões de Hollywood), a naturalidade com que ela fala sobre e a força que teve pra batalhar e ter sucesso em uma área quase toda masculina.

Eu, que esperava mais um livro a la Girlboss, fiquei meio decepcionadinha. Não sou uma dessas é um livro com histórias comuns, que poderiam ter acontecido comigo, com você ou com qualquer outra mulher que faz parte das nossas vidas. Afinal, quem nunca se relacionou com caras babacas ou teve dietas fracassadas?

Pra quem é considerada como a voz dessa geração, esperava que Lena tivesse mais a dizer.

Título original: Not That Kind of Girl
Autora: Lena Dunham
Editora: Intrínseca
Ano: 2014



13 de setembro de 2017

expoflora - holambra

Passando só pra deixar por aqui o registro fotográfico da minha turistada de sábado: fomos conhecer Holambra, a cidade das flores, onde acontece a Expoflora.

Não sou uma pessoa que curte muito flores, sou mais de plantas verdes (cactus, suculentas e afins), mesmo assim achei a exposição muito bonita, muitas flores envolvidas em diversos temas e decorações (quero uma casa com 300 m² de jardim pra decorar tudo que nem lá? QUERO SIM!!!).
Além de ter várias lojinhas com milhares de cacarecos, tem muita variedade de comidas e lanches, e até um parque de diversões (sou cagona, não fui, né mores). Enfim, pra agradar a todos os gostos.

Pra quem se interessa, a exposição ainda fica os dois próximos finais de semana! :)












Edit: fiz um logo novo pro blog, o que que cês acharam? ♥

7 de setembro de 2017

7 on 7 setembro

Andei meio ausente desse blog nas últimas semanas, e o problema foi a preguicinha mesmo. Foquei em outras partes dessa vida e esse cantinho ficou meio esquecido, sorry :(
Anyway, minhas fotos favoritas do último mês. Já me segue no insta?? @suuh_e








Esse mês teve eu fazendo muitas caminhadas, todos os dias. Percebi que um incentivo maior pra ir é levar essa minha cachorrinha mais linda e mais amor do mundo pra passear. Ela fica tão feliz que me deixa feliz também. E corre junto comigo também, cês pensam que a Meg é fraca? ♥
Esse mês também teve muitas amizades com serzinhos de quatro patas, que, convenhamos, melhores amiguinhos! Teve fotos velhas com filtros novos e teve alguns trabalhinhos nos meu livros interativos.
E café, so much café.

E o mês de vocês?


21 de agosto de 2017

aprendendo a viver com menos

O minimalismo tá super em alta, né? Em todos os sites e blogs em que entramos, até em matérias de tv, todo mundo tem algo a dizer sobre esse conceito ou alguma dica para dar.
Minimalismo pra mim não é ter a casa e guarda roupa em tons de preto e branco, mas sim, manter só o necessário, e o que se AMA.


Vou contar pra vocês que eu sempre tinha uma dificuldade enorme de desapegar das coisas, sabe? Por mais que eu não usasse e aquilo estivesse encalhado a séculos, sempre vinha aquela pulguinha atrás da orelha de que 'ai, mas eu gastei dinheiro nisso, agora vou ter que me livrar, é dinheiro jogado fora e bla bla bla'. Demorou muito tempo pra entrar na minha cabeça de que só o fato de estar ali sem uso nenhum, já era um desperdício. Demorou até esse ano.

Já contei pra vocês que comecei a trabalhar com o boy esse ano e estamos morando junto. Todos os anos ele e meus sogros passam uma temporada no interior de SP, a trabalho, sempre de fim de junho a final de outubro/início de novembro. Nos anos anteriores, a gente vivia um relacionamento à distância nessa época. Hard and sad, but possible. Nesse ano, como trabalho junto, tive que vir junto na mala também, haha.

Isso significou que, pra passar esses meses aqui, tive que juntar tralhas suficientes apenas para três, no máximo quatro malas e deixar todo o resto, todo o meu apê lindo e decorado pra trás por cinco meses.

Achei que ia morrer, óbvio.

Pelo contrário, essa experiência abriu minha mente de um jeito que nenhum texto ou conceito tinha feito antes. Já estou aqui a um pouco mais de dois meses e não senti falta de nenhuma das coisas que deixei pra trás.
Roupas? Levei um terço do que tinha, incluindo todas as minhas favoritas, e poderia sobreviver com o que tenho pro resto da vida. Meus livros? Trouxe comigo uma série policial e o box de Game of Thrones. Tô tão viciada em séries, que comecei o primeiro de GoT e ainda não terminei. Os outros quinhentos que tenho no apê? Não me fazem falta nenhuma.

Já tenho na minha cabeça que, ao voltar, a faxina e o desapego podem (e devem!) ser enormes, porque o que eu realmente amo e uso vieram comigo nessas quatro malas. Quero mais do que nunca pôr o desapego em prática, e viver bem, com menos e com consciência.

É aquela máxima, né? Se não fez falta é porque você não precisava.

E aí, já desapegaram hoje? :)


9 de agosto de 2017

7 on 7 agosto

Mais um 7 on 7 sem grupo e que nem sai no dia certo. Anyway. Mais uma seleção das minhas sete fotos preferidas do último mês. ♥ No insta @suuh_e, já me segue por lá?









Esse mês de julho (e comecinho de agosto) teve muito passeio, muita comida, muitas fotos de plantas e de céu.
Já contei pra vocês que sou doente por futebol? (quem me segue no twitter (@suuh_e) já sabe pois narro muitos jogos por lá, hahaha). Sou colorada DOENTE e depois de muito tempo consegui ir num jogo em estádio novamente ♥. Só não foi 100% porque sabe, ir de torcida visitante é TIRRIVEL, mas é maravilhoso quando a vitória vem. Porfavorzinho @Deus acaba logo com essa vida triste que é a série b, obrigada.

Finalmente comecei a ler Game of Thrones. Enrolei por MUITO tempo pois tenho o box versão pocket, ou seja, folhas brancas quase transparentes, letra miúda e euzinha aqui quase ficando cega, porém segue o baile. Um episódio por semana é muito pouco para a viciada que sou, maratonar livros, aqui vou eu \o/ 

E vocês, o que fizeram nesse mês? ♥


4 de agosto de 2017

minha experiência com o bullet journal

Vocês provavelmente já cansaram de ver posts por aí exaltando esse queridinho da organização, o tal do bullet journal. Ou bujo, pros íntimos, haha. Resolvi postar sobre o meu, o que funcionou pra mim e o que não deu certo, vai que ajuda alguém aí, né?

Comecei a usar o bujo ano passado, quando a febre começou, lembram? Era péssima nos layouts, pulava muitos dias, não me entendi direitos com as tais ~keys~ e etc etc etc. Como eu tinha uma agenda no trabalho, ficava muito desfocado e não conseguia utilizar os dois com uma frequência que me agradasse e acabava não me organizando at all.
Esse ano que troquei de emprego e tô me aventurando no mundo do home office, testei o bujo novamente, já que poderia deixar tudo organizado num só lugar.










Hoje, depois de sete meses usando com frequência, posso dizer que: não é o método pra mim.

Claro, tem muitos prós, muitas coisas que gostei muito: a liberdade de ter o espaço que quer, de ter um dia que leve duas folhas e outro que precise só de algumas linhas; poder usar qualquer caderno; poder decorar do jeito que quiser.

Mas essa mesma liberdade que amei, também não funcionou pra mim. LIBERDADE DEMAIS. Eu sou uma pessoa muito, mas muito preguiçosa, e toda essa liberdade dele fez com que a preguiça se instalasse de vez e não me ajudasse na organização. Só de pensar que pra cada mês/semanae/ou dia eu tinha que montar um layout, já me dava cansaço pra continuar.

No começo me senti meio frustrada, pois via todos aqueles layouts lindos em instagrams afora e o meu aqui, todo abandonadinho e meio largado. Depois meio que taquei o foda-se, né? hahaha. Percebi que se não é o método que me ajude, tem vários outros por aí pra serem testados, uma hora ou outra a gente acha aquele que aquiete e ajude realmente no nosso dia-a-dia.

Por enquanto, continuo procurando.
Alguém aí tem alguma experiência pra contar?


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