27 de janeiro de 2018

4 diy testados


Acho que por aqui vocês já sabem que eu sou louca por decoração, e gosto muito de aprender artesanatos (a carinha é de nenê, mas a alma é de idosa). Adoro testar novos DIY, e como nem sempre tudo é as mil maravilhas que os tutoriais prometem, fiz essa listinha com quatro que testei, e minha opinião sincera sobre.

Moldura com papel cartão/cartolina

Link do tutorial


Eu testei de dois jeitos: igual ao tutorial, com o fundo para "reforçar" e deixar o quadrinho mais firme, e sem o fundo, só fazendo pelas medidas laterais.

Minha opinião: achei o modelo com o fundo mais ruim de fazer. Como usei papel cartão, na hora de fazer as dobraduras nos cantos e encaixar, ficou bem resistente e acabei amassando um pouco a moldura. Sem o fundo, você monta a moldura toda antes e depois só cola na imagem. Achei mais simples e, no meu caso, ficou bem mais bonito. Uma ideia maravilhosa para decorar gastando pouquinho (porque convenhamos né, qualquer quadro legal internet afora custa quase um rim).


Artesanato com canudos de revistas

Link de como fazer os rolinhos (a ideia é a mesma com jornal e revista)


Eu tenho muita, mas muita revista antiga rolando e ocupando espaço por aqui, e já que gosto de testar todos os artesanatos possíveis, decidi que ia testar esses rolinhos com essas revistas.

Minha opinião: até agora só consegui fazer coisas bem simples, como a foto acima: fiz um porta treco pros produtos de limpeza e um porta revista que está sendo usado para guardar os jornais que eu ainda uso pras necessidades da minha cachorra (sorry mundo, ainda não sei como mudar isso, quem sabe um dia a gente chega lá). Até testei fazer uma cesta ou algo mais elaborado com curvas, porém, FUEN. Fiz com folhas de revistas que são mais grossas que o normal, então não se moldavam bonitinho como seria se eu tivesse usado o jornal. 


Reforma de móvel com papel contact



Quem nunca teve aquele móvel que estava precisando de uma reforma, mas o money tá curto? Papel contact pode ser a solução mais barata. Como eu sou louca, ao invés de começar com um móvel pequenininho, já parti logo pra um cômodo inteiro: a despensa (vocês me perdoa a bagunça).

Minha opinião: AH MEU DEUS SE ARREPENDIMENTO MATASSE eu tava mortinha feat enterrada. Eu simplesmente não tenho a paciência ou a coordenação pra essa coisa aí. Nas fotos parece lindo e maravilhoso, mas a realidade é que isso me encheu tanto o saco, que só fiz em metade da despensa e metade tá ainda lá na cor original HAHAHAHAHA sério, não sei se ainda nessa vida vou terminar, enquanto isso ainda bem que a despensa aqui do apartamento é bem escondidinha. SHAME ON ME.


Tapete com talagarça

Tutorial para iniciantes (a Dani sou eu se fizesse vídeos: rindo de vergonha e nervoso, HAHAHA)


Testei com dois materiais: lã e barbante, e, de longe, foi o DIY que eu mais gostei de fazer e o que ficou mais bonito. Além de ser praticamente uma terapia pra mim, haha

Minha opinião: como disse, fiz o teste com dois materiais. O tapete feito com barbante é o de ziguezague preto e branco, e apesar de muito bonito visualmente, ele não ficou com a qualidade tão boa. Comprei o barbante mais baratex da loja e por isso, ele solta alguns fiapos que atrapalha pelo meu toc de querer tudo ajeitadinho. Mas como ele ficou assim MARAVILHOSO, eu ignoro, hehe.
O mesclado da direita foi o que eu fiz com lã, e apesar de ele sair bem mais caro para fazer (um novelo tem bem menos quantidade que um rolo de barbante, por isso precisa VÁRIOS) ele ficou muito fofinho e confortável, além de muito bonito, também.

Vocês já conheciam algum desses tutoriais, ou já testaram algum?? Me contem! ♥


24 de janeiro de 2018

filme: closer - perto demais


Sinopse: Anna (Julia Roberts) é uma fotógrafa bem sucedida, que se divorciou recentemente. Ela conhece e seduz Dan (Jude Law), um aspirante a romancista que ganha a vida escrevendo obituários, mas se casa com Larry (Clive Owen). Dan mantém um caso secreto com Anna mesmo após ela se casar e usa Alice (Natalie Portman), uma stripper, como musa inspiradora para ganhar confiança e tentar conquistar o amor de Anna. (via Adoro Cinema)

Closer - Perto Demais é um filme estadunidense de drama, lançado no Brasil em janeiro de 2005, pela Sony Pictures.  


O filme conta a história de Dan, Anna, Larry e Alice e seus encontros e desencontros, idas e vindas durante a vida e como seus caminhos se cruzaram em uma relação íntima e problemática. Muito além do que conta a sinopse, esse "retângulo" amoroso é tão real que incomoda. É a mais dura verdade das relações: amor, ódio, traição, intimidade.

Qualquer coisa que eu falar aqui sobre Closer, vai ser pouco. É um dos meus filmes favoritos, cheio de quotes tristes, porém verdadeiros, que praticamente joga na nossa cara toda a fraqueza e estupidez do ser humano e de como estar "perto demais" numa relação nem sempre é a melhor escolha.

"Onde está o amor? Eu não posso vê-lo, não posso tocá-lo, não posso senti-lo, não posso ouvi-lo. Eu posso ouvir algumas palavras, mas não posso fazer nada com suas palavras fáceis... Existe um momento, existe sempre um momento, "Eu posso fazer isso, eu posso me render a isso, ou eu posso resistir."

"No one will ever love you as much as I do. Why isn't love enough?"

"- Alice, tell me something true. 
- Lying's the most fun a girl can have without taking her clothes off - but it's better if you do. "


"O amor é um acidente esperando pra acontecer... O desejo é um estranho que você pensa conhecer... A intimidade é uma mentira que contamos à nós mesmos. A verdade é um jogo que jogamos para vencer... Se você acredita em amor à primeira vista você nunca para de 
procurá-lo..."

Eu sou apaixonada por esse filme, assisti umas centenas de vez, e cada vez que vejo é um tapa na cara diferente. Apesar de ser uma versão bem pessimista da vida, Closer é um filme forte e ao mesmo tempo sensível, triste, íntimo e verdadeiro. Contando ainda com uma trilha sonora maravilhosa, é um daqueles filmes que te faz ver a vida com outra perspectiva.


Se você ainda não viu essa obra de arte em forma de filme, fica aí a dica para a sessão pipoca desse final de semana!


21 de janeiro de 2018

série: dark


Sinopse: O desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas e relações fraturadas entre quatro famílias da pequena cidade alemã de Winden. A busca por respostas e por um culpado revela os pecados e os segredos da comunidade, enquanto uma reviravolta sobrenatural remonta o caso à mesma cidade em 1986. A questão não é quem sequestrou as crianças... mas quando. (via Netflix)

Dark é uma série de suspense e terror da Netflix, lançada em dezembro de 2017. Contando a história de quatro famílias e seus eventos em três gerações e ainda abordando profundamente uma das questões cientificas que mais fascinam a humanidade (viagem no tempo), essa série alemã chegou e conquistou aos críticos e ao público.


A série se passa na cidade de Winden, na Alemanha. Um vilarejo pequeno e isolado, cercado por florestas e que gira em torno no mais importante negócio da cidade: uma usina nuclear. A trama começa no ano de 2019, quando uma série de eventos se inicia: o desaparecimento de duas crianças, o suicídio de um pai de família, uma criança desconhecida achada morta.

Aparentemente sem ligação, esses eventos fazem a cidade, antes pacata, iniciar uma caça às bruxas a procura de alguém pra culpar. Winden se transforma em uma cidade à flor da pele, recheada de segredos e frustrações. Na sequência dos episódios a gente descobre que todos esses eventos estão conectados em passado, presente e futuro. 

A grande sacada de ficção cientifica da série é nos apresentar em Winden nada mais que um buraco de minhoca. Na definição dos cientistas, "um atalho através do espaço e do tempo", um portal onde seria sim, possível, viajar no tempo. 


Dark é uma produção sombria e complexa. Tive uma certa dificuldade no início por causa do idioma, qualquer desvio na atenção já te faz perder cenas e diálogos importantes. É uma série super bem produzida, com fotografia e cenários espetaculares e, que te prende e te deixa ansiosa pro próximo episódio. É incrível ver como as coisas vão encaixando e se conectando e não tenho outra palavra para descrever além de SURPREENDENTE.

A série tem uma temporada com dez episódios de em média 1h cada, todos disponíveis na Netflix.


16 de janeiro de 2018

home sweet home

Já fazia um tempo que eu queria vir aqui pra postar algumas fotos do nosso apê. São só algumas fotos aleatórias, mas já dá pra dar uma ideia de como estão as coisas por aqui, hehe.





Enquanto a minha estante pros livros não vem (ou enquanto eu ainda não me mexo e vou atrás de comprar uma) tenho livros espalhados em absolutamente todos os cômodos, inclusive vários que ainda estão na casa dos meus pais por motivos de: não sei mais onde por.
Essa placa decorativa comprei na Decohouse faz um tempinho já, e eu amo tudo de lá (alô me patrocina nunca pedi nada) mas ainda não achei um lugar definitivo pra ela.




Tá acontecendo aos poucos, mas finalmente tô virando a louca das plantas. Ainda tenho poucas, parece que ainda me falta aquele toque de saber como combinar, onde pôr e óbvio, como cuidar (já matei várias, inclusive cactus. SERIOUSLY quem consegue matar cactus? euzinha). Não gosto muito de flores, mas plantinhas tudo verde? QUERO E AMO.
Esse quadro para as rolhas comprei ano passado num camelô lá no Santuário de Aparecida por míseros 25 temers. Sempre foi um sonho de consumo e em tudo que é lugar sempre achava muito caro (infelizmente meu bom gosto não combina com minha conta bancária mas vida que segue) e cheguei com ele em casa e também não consegui achar um local definitivo pra ele. HUAIHISADH Parece que em cada lugar que ele fica, ele incomoda. Mas continua lindo e no momento tá num cantinho da cozinha.





Quem me acompanha no intagram (me segue lá, sou querida @suuh_e) viu que eu tirei o último sábado pra destralhar e organizar o closet e tô felizona (pelo menos até a bagunça tomar conta novamente). O closet sempre foi um sonho e quando a gente finalmente consegue, o sonho passa a ser manter ele arrumado todos os dias HAHAHA.
Esse tapete branco-preto-zigzag FUI EUZINHA QUE FIZ. Fiz com um barbante meio vagabundo então ele solta alguns fiapos (alguns MUITOS) mas o que são fiapos quando se tem esse hino de tapete né mores??


Pra terminar, só uma fotinho pra mostrar prôceis que, depois da muvuca que foi as últimas semanas do ano em que pintamos todo o apartamento, agora eu tenho uma parede chumbo. MEU DEUS EU ME SINTO NO PINTEREST. Agora cada vez que olho pra essa parede parece que ela tá implorando pra mim "por favor me encha de quadros e cacarecos e macramês e tudo que eu tiver direito, APENAS ME ENCHA". Desculpem se me exaltei.

Agora uma perguntinha pra vocês: vocês gostam desse tipo de post nonsense com o andamento das coisas por aqui?? Me contemm! :)


13 de janeiro de 2018

música: foals

Foals é uma banda nascida em Oxfordshire, Inglaterra. Assinam com a Trangressive Records na Europa e com a Sub Pop nos EUA. O estilo musical pode ser direcionado a vários gêneros como indie rock, dance-punk, math rockpost-punk e techno


Andrew Mears formou o Foals em 2005, originalmente como guitarrista e principal vocalista. Ele participou do single de debut da banda, Try this on Your Piano/Look at my Furrows of Worry, mas logo largou a banda. No momento ela é formada por Yannis Philippakis (vocal e guitarra), Jack Bevan (bateria), Jimmy Smith (guitarra), Edwin Congreav (teclado e vocal de apoio).
As influências musicais do grupo são variadas, com membros citando minimal techno, Arthur Russel, a banda de math rock irlandesa The Redneck Manifesto, bandas de kraut rock como Harmonia e Talking HeadsThe Jester People, como principais fontes de inspiração. Seu estilo musical também pode ser diretamente relacionado à diversos gêneros, como indie rock, dance-punk, post-punk e techno.
A banda lançou os singles de edição limitada Hummer e Mathletics, ambos produzidos por Gareth Parton. Hummer participou também da trilha-sonora do seriado Skins.


No verão de 2007, o Foals começou a trabalhar no seu primeiro álbum em New York, sendo produzido por Dave Sitek, do Tv on the Radio. Mesmo assim, a banda decidiu mixar as faixas por conta própria. O grupo lançou seu álbum de debut, chamado Antidotes, em 2008. O álbum teve um grande sucesso comercial, chegando ao terceiro lugar em número de vendas no Reino Unido, porém, alcançou menos sucesso em países como Japão, França e Holanda.
Em agosto de 2009, o grupo começou a gravar seu segundo álbum no Svenska Grammofon Studion, em Gothenburg, Suécia. Entitulado Total Life Forever, o disco seguinte da banda foi descrito pelos membros como "progressivo tropical" e "algo como um sonho de uma águia morrendo". A banda descreveu o álbum como sendo "muito menos funk" do que o originalmente planejado.
O terceiro álbum de estúdio da banda britânica, Holy Fire, foi lançado no dia 11 de fevereiro de 2013 nos Estados Unidos e no Reino Unido pela Transgressive Records. O primeiro single Inhaler foi ao ar pela primeira vez no dia 5 de novembro de 2012 no programa de rádio Zane Lowe's BBC Radio 1 e seu vídeo foi lançado no mesmo dia.
O quarto àlbum, What Went Down foi lançado em 28 de agosto de 2015 e foi bem aceito e aclamado pela crítica, com os singles What Went Down, Mountain at my Gates e Give it All.

Para conhecer:

9 de janeiro de 2018

grau 26: a origem - anthony e. zuiker


Sinopse: O primeiro volume da série, Grau 26: A origem, apresenta Steve Dark, um agente aposentado do FBI que volta ao trabalho para deter um assassino em série como o mundo nunca viu. Os agentes da lei sabem que assassinos são categorizados em uma escala de 25 graus de perversidade, desde os mais simples oportunistas do Grau 1, aos torturadores metódicos do Grau 25. O que quase ninguém sabe é que uma nova categoria está prestes ser criada.

Comandado pelo talentoso detetive Dark, um grupo de investigadores de elite segue o rastro de um assassino tão terrível — responsável por matar, violentar, mutilar, envenenar e torturar brutalmente 35 pessoas em seis países durante 23 anos — que não se encaixa em nenhum dos 25 graus de psicopatia conhecidos, obrigando a lei a criar uma nova classificação de crueldade para encaixá-lo. Seu nome é Sqweegel. Seus alvos: Qualquer um. Seus métodos: Ilimitados. Sua classificação: Grau 26. (via Skoob)


Grau 26 conta a história do primeiro serial killer categorizado com o grau 26 de perversidade: Sqweegel. No seu encalço está o detetive Dark, o único homem a chegar próximo o suficiente pra conseguir capturá-lo. Dark largou as investigações quando Sqweegel brutalmente assassinou sua família, desapareceu e começou uma nova vida com sua esposa Sibby. Mas, é obrigado a retornar no momento em que percebe que Sqweegel finalmente o achou e o pior, está atrás da sua esposa.

Do criador da incrível série CSI, Anthony E. Zuiker fez de Grau 26 o primeiro suspense interativo já escrito. Em alguns capítulos, é dado ao leitor alguns códigos de acesso e, ao acessar o site oficial (http://level26.com/) pode ver alguns trechos da trama gravados, inclusive com artistas conhecidos e renomados.


Conheci esse livro graças ao episódio de CSI, Sqweegel (temporada 11, episódio 4), que foi feito justamente pra apresentar ao público o assassino, e fazer a publicidade do livro. Confesso que no começo fiquei um tantinho decepcionada com o livro, já que imaginei que ia contar a história do serial killer desde as suas primeiras vítimas (assim como mostrado no episódio de CSI), o que não ocorre. O livro já começa com a "carreira" de serial killer do Sqweegel totalmente formada.

Passado o desapontamento inicial, a leitura fluiu rapidamente. O assassino Sqweegel é insano. Ele é incrível na sua perversidade e no seu detalhismo a cada vez que vai cometer um crime. É, de longe, o melhor personagem desse livro.
O livro é muito bem escrito e a história te prende até o final. Os capítulos são, na sua maioria, curtinhos, e intensos o bastante pra você ficar naquela de "só mais um capítulo, só mais um capítulo" e não conseguir largar até que chegue ao fim. E ainda deixa um gancho excelente pro segundo livro da trilogia, A Profecia Dark, mas isso já é um assunto pra um outro post.

Pra quem gosta de um bom livro de suspense policial e uma ótima história de serial killer, Grau 26 cumpre o que promete.

Título original: Level 26
Autor: Anthony E. Zuiker
Editora: Record
Ano: 2009


7 de janeiro de 2018

7 on 7 janeiro

Primeiro 7 on 7 de 2018 eeeeeeeeeeeeeeeeê (o primeiro de doze, se minha procrastinação permitir)! Esse post é uma seleção das minhas fotos preferidas do último mês que se passou. Cês já me seguem no instagram?? @suuh_e sou muito legal, prometo. :)








Falando a verdade verdadeira pra vocês, esse mês foi o mês das fotos sem criatividade. Nós passamos praticamente duas semanas de dezembro no meio da muvuca de ter que pintar o apartamento.
Stress, móveis pra lá e pra cá e muita MUITA bagunça! Sério gentem, mexer e mudar a casa da gente e reformar fica lindo depois, mas o durante é um verdadeiro inferno.
Esse mês também teve um outono/inverno no meio do verão e eu amei. No sul é assim: num dia você torra no sol com uma sensação térmica de 50º e no outro sofre com a neblina e a garoa com uns 15º. MAS É LEGALZÃO.

Como foi o mês de vocês??

1 de janeiro de 2018

welcome 2018

fonte: colourbox
FELIZ 2018 MINHA GENTE LINDAAA!!1!!!!1

Já contei pra vocês aqui nesse post de Natal que eu amo essa época de fim/começo de ano novo e tudo o que ele representa.
Acho o máximo esse clima de recomeço, mudanças, metas, renascimento... sabem? Parece que, pelo menos nesses poucos dias, as pessoas se enchem de gratidão, amor á vida e ao próximo, e isso é incrível e tão inspirador!

Para esse ano de 2018, vamos combinar uma coisa?
Levar todo esse sentimento de amor e gratidão pro ano inteiro também. Buscar uma vida mais leve e mais feliz, e ter o foco e a força pra levantar da cama todas as manhãs pra lutar e alcançar nossos sonhos.

É o que eu quero pra mim, e o que eu desejo pra todos vocês!

Um ano maravilhoso pra nós! 


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